Os
números divulgados pela IDC Portugal no início
deste ano indicam que 22
por cento das organizações portuguesas
já aderiram ao open source,
subindo essa percentagem para 81%, no caso das companhias que se
integram no sector económico das
telecomunicações, transportes,
utilities e media. O estudo «Open Source & Linux:
Caracterização do
Mercado em Portugal, 2006» revela que entre as vantagens
apontadas
pelas organizações para a
utilização do open source contam-se a
redução
de custos de licenciamento de software e a independência face
aos
fornecedores, mas os inquiridos apontam também desvantagens,
nomeadamente, no desconhecimento técnico e disponibilidade
interna e
externa para explorar a plataforma.
A maturidade das soluções, a entrada de grandes
players neste mercado e
o apoio claro de empresas como IBM, Oracle, Google e Sun Microsystems
têm vindo a garantir esta evolução
gradual do open source e a
contribuir para a menor desconfiança por parte dos segmentos
não
técnicos, já que estas
soluções tendem a ser vistas como complexas e
adequadas apenas a utilizadores muito especializados. Paulo Vilela,
director de Desenvolvimento de Negócios e Marketing da Sun,
afirma que
esta evolução demonstra que o software open
source passou de uma área
marginal para o mainstream.
«O conhecimento do que é o paradigma do open
source tem evoluído. Os
receios de se estar perante ‘um modelo de negócio
não sustentável’
esvanecem-se e caminha-se para a postura pragmática e
saudável de
reconhecer as vantagens e desvantagens desta via de
solução»,
acrescenta Luís Arriaga da Cunha, director do Centro de
Investigação em
Tecnologias de Informação da Universidade de
Évora, responsável pelo
desenvolvimento do Alinex, um sistema operativo Linux. Esta realidade
é
reconhecida de forma geral pelos profissionais que actuam nesta
área,
comercializando aplicações de base open source ou
especializando-se em
serviços.
Rui Ribeiro, professional services manager da Sybase, admite que
são
cada vez mais as empresas portuguesas que adoptam plataformas open
source. «A desconfiança passou a teste, e o teste
passou à adopção,
pois, em termos gerais, percebeu-se que existem já
plataformas bastante
robustas e estáveis capazes de trazer um verdadeiro valor
acrescentado
às empresas».
A mudança está a ter impacte directo no
negócio das empresas, que vêem
cada vez mais justificado um modelo de negócio que parecia
não ter
futuro há poucos anos. É o caso da iPortalMais
que trabalha com
soluções open source desde 2000. «No
início da actividade, a abertura
das empresas para usar open souce não era nada igual aos
dias de hoje»,
admite Raul Oliveira, director-geral da iPortalMais.
«A diferença que existe entre Maio de 2000 e
Dezembro de 2007 é que
antes éramos nós a convencer o cliente para usar
soluções open source,
e hoje são os clientes que nos procuram para adquirirem esse
tipo de
soluções», adianta o mesmo
responsável, explicando que no caso
específico da iPortalMais a maior maturidade das
soluções – que
passaram de um estágio primitivo e baseado em
instalações e
configurações manuais do Linux Debian, para uma
automatização da
instalação e uma
simplificação das
configurações baseadas na IPBrick –
também contribuiu de forma positiva.
A estes factores acresce o maior conhecimento de técnicos
integrados
nas organizações nacionais.
«Há um maior número de
organizações
nacionais a optar por este tipo de software devido a
possuírem o
conhecimento interno suficiente para poderem fazer essa
avaliação sem a
desconfiança de outrora», reconhece Diogo Rebelo,
director-geral da DRI.
Na comparação internacional, Portugal
não está, ainda assim, entre os
países mais dinâmicos, ficando até mal
colocado em relação a outros
países europeus. João Batista, director-geral da
Novell, traça o
retrato mundial favorável ao open source, indicando que
«o continente
europeu é de momento um espaço onde a
utilização do Linux se tornou
bastante agressiva», mas reconhecendo que,
«infelizmente, Portugal não
tem acompanhado o crescimento global».
Adesão transversal
O conhecimento técnico e uma maior maturidade da
gestão são mais
relevantes para desenhar o perfil das empresas que adoptam open source
do que propriamente a área de actuação
ou o tamanho. Paulo Trezentos,
investigador da ADETTI e partner da Caixa Mágica, uma
empresa criada na
sequência do desenvolvimento da
distribuição de Linux com o mesmo nome,
admite que a adopção é transversal,
acontecendo nas PME e nas grandes
empresas, pelo que é difícil generalizar.
Rui Sousa, director de Software Development da Westix-TI, arrisca dizer
que, se em 1995 o open source era uma opção para
“carolas”, em 2000 já
era uma tendência, «principalmente, ao
nível das grandes organizações,
que desalojavam as onerosas licenças de Unix e de Windows
para as
substituírem por sistemas open source». O
responsável admite agora que
esta é uma «opção cada vez
mais usada pelas PME», sobretudo, «as que,
pela sua estrutura hierárquica mais horizontal,
têm maior poder de
inovação».
Também é nas pequenas e médias
empresas que Gustavo Homem, director
técnico da Ângulo Sólido e presidente
da Associação de Empresas de Open
Source Portuguesas (ESOP), reconhece maior propensão para
usar estas
soluções, «porque têm maiores
restrições orçamentais e maior
flexibilidade na tomada de decisões». A ideia
é partilhada por
Francisco Moura, administrador da Eurotux, uma empresa que se
posicionou como fornecedor de software e serviços open
source, que
aponta os constrangimentos orçamentais como um dos motivos
para a
adopção de open source.
Pelo contrário, João Batista, director-geral da
Novell Portugal, afirma
que são as companhias de maior dimensão que
beneficiam mais
significativamente do baixo custo do Linux e da flexibilidade que
oferece. «As companhias de maior dimensão tendem
também em estar mais
confortáveis na gestão de diferentes sistemas
operativos», explica. No
entanto, não deixa de reconhecer que as companhias de
média e pequena
dimensão também podem beneficiar das vantagens do
Linux. Para este
segmento, a Novell criou um bundle chamado Novell Open Workgrup Suite
baseado em Linux, que inclui sistemas de
colaboração (e-mail), gestão e
segurança, necessárias ao funcionamento regular
de uma infra-estrutura
de IT. Já em Outubro, a empresa lançou uma
versão small business de
fácil instalação, cujo modelo de
negócio passa pela comercialização
através de parceiros.
Boas práticas na
Administração Pública
A Administração Pública central e
local tem vindo a mostrar diversos
projectos bem sucedidos de adopção de
soluções open source. Os dados da
IDC apontam para a utilização de Linux por 32%
das organizações, mas
ainda de forma pontual. Muitos dos casos estão retratados
num
repositório online criado para o efeito, onde se descrevem
projectos e
se tentam partilhar boas práticas para não cair
em duplicações
desnecessárias. O portal está ainda em
desenvolvimento e é promovido
pelo Gabinete do Plano Tecnológico, contendo já
alguns casos mais
relevantes.
Sónia Casaca, sales manager da subsidiária
portuguesa da Magirus,
aponta a resolução 66/2004 – onde
é recomendado ao Governo a tomada de
medidas com vista ao desenvolvimento do software livre em Portugal
– e
a agenda do Plano Tecnológico como bons exemplos da
predisposição da
Administração Pública para aderir ao
open source.
Também João Neves, sócio-gerente da
Intraneia e presidente da
Associação de Software Livre (Ansol), reconhece
ter tido vários pedidos
da Administração Pública de projectos
que permitirão uma avaliação de
implementações mais alargadas. «Neste
momento, a principal preocupação
é garantir a capacidade de manter os sistemas com o pessoal
interno, de
modo a garantir o funcionamento, independentemente de ciclos
orçamentais», explica.
Rogério Cristo, senior certified IBM IT architect e membro
do Technical
Experts Council da IBM SPGIT (que abrange Espanha, Portugal,
Grécia,
Israel e Turquia), sublinha também que na
Administração Pública o
crescimento do open source tem sido constante e sustentado.
«Existem
óptimas experiências, quer ao nível da
Administração Central quer ao
nível da Administração Local.
Também aqui se verificam as mesmas
diferenças e motivações sentidas na
comparação PME e grandes empresas»,
garante.
Luís Arriaga da Cunha, da Universidade de Évora,
critica no entanto o
facto de não existir da parte da
Administração Pública «uma
estratégia
clara ou coerente relativamente à
adopção de software livre, como se
verifica em tantos países e é
recomendação da Comunidade Europeia».
«Parece ter-se preferido um liberal ‘laisser faire,
laisser passer’,
invocando que os mecanismos de mercado e da
competição livre e
transparente farão vingar as melhores
soluções», adianta o director do
Centro de Investigação em Tecnologias de
Informação, sublinhado que
«seria grave não percebermos que Portugal,
relativamente à problemática
do software livre, tem na Europa (e se calhar do Mundo) uma
posição sui
generis». O mesmo responsável acredita que
«a influência de grandes
casas de software proprietário nos níveis de
decisão de topo da
Administração é marcada»,
apontando a posição oficial relativa ao
OpenXML e no arranque da iniciativa e-Escolas como maus exemplos.
Luís Arriaga da Cunha não deixa,
porém, de referir que existem também
excepções «que deveriam servir de
exemplo», como o ITIJ e «iniciativas
louváveis», como o evento recentemente organizado
pelo Plano
Tecnológico e pela UMIC.
Por outro lado Rui Sousa, da Westix-TI, afirma que «existem
jogos de
influência junto dos decisores governamentais e das grandes
organizações não-governamentais que
visam incentivar a adopção de
opções menos eficientes, o que conseguem
geralmente através de métodos
pouco transparentes e raiando a
corrupção», o que não
acontece apenas
nas TI.
Admitindo também a existência de más
práticas, Paulo Trezentos, partner
da Caixa Mágica alerta para o facto de «os piores
casos são aqueles em
que se adquire software sem critério e sem analisar
alternativas,
onerando o budget de IT e criando dependências de
terceiros».
Serviços a crescer
A área dos serviços de suporte e
integração de soluções
é normalmente
apontada como uma das falhas para o desenvolvimento do open source. As
empresas da área têm tentado desmistificar este
conceito e uniram-se
este ano para a criação da ESOP, uma
associação que representa os
interesses do sector em Portugal e que conjuga companhias que geraram
em 2006 receitas na ordem dos 1,8 mil milhões de
dólares. Gustavo
Homem, presidente da ESOP, garante que «não existe
falta de serviços
mas sim falta de percepção da sua
existência», uma área onde é
preciso
melhorar e que é uma das metas da ESOP.
«A área de serviços ou, se preferirmos,
a disponibilidade de pessoas
com conhecimentos, é sempre uma questão que
coloca alguns entraves
quando se fala na adopção de uma nova tecnologia
ou paradigma»,
reconhece Rogério Cristo, senior certified IBM IT architect,
que lembra
que se assiste ao surgimento, nesta área, de novas empresas
de serviços
e de novas ofertas das empresas já estabelecidas.
«A dinâmica existe,
embora ainda não seja possível cobrir todas as
necessidades».
Sem fazer avaliação da qualidade, Diogo Rebelo,
director-geral da DRI,
admite porém que os recursos especializados em open source
ainda não
existem em quantidade no mercado, pelo que subsiste a lei da oferta e
da procura. Por isso, ainda são caros e o recurso
não compensa às PME.
«Creio que a solução está no
incremento da formação, para que haja mais
oferta no mercado», adianta.
Luís Arriaga da Cunha também acredita que esta
é uma área ainda a
desenvolver mas que a situação está a
mudar. «Existem já empresas,
algumas grandes nomes da nossa praça, outras pequenas
empresas, com
quem se pode contratar estes tipo de serviços, e o seu
número é
crescente. Aliás esta área de
actuação é uma interessante
oportunidade
para empreendedores que começa a ser explorada»,
alerta.
João Batista, da Novell, sugere que os integradores
portugueses deverão
ter uma política agressiva na forma como se posicionam nesta
área,
porque considera que as necessidades de
integração e suporte no open
source são uma realidade.
Para
Francisco Moura, da Eurotux, é também preciso que
nas empresas seja
desenvolvida capacidade de intervenção local, de
especificação, de
análise de arquitectura e de
caracterização de custo total de posse
face ao nível de qualidade de serviços.
«Isto implica formação e
sobretudo autonomia, pois nota-se que, por vezes, existem
competências
internas mas a hierarquia não permite decisões de
baixo para cima»,
explica.
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Fluxbox :
Grande parte dos recursos em espaço em disco e
memória
dos computadores são gastos pelo ambiente gráfico.
Assim, um computador, ainda que antigo, com recursos
suficientes
para desempenhar determinado trabalho pode ser "esgotado" apenas pelo
ambiente gráfico (AG).
Se em Windows o ambiente gráfico (AG) é apenas um
e faz
parte do sistema operativo, o mesmo não acontece em Linux,
em
que o AG é apenas
mais um módulo do sistema operativo.
Pode o sistema operativo básico estar instalado que o
módulo gráfico (o ambiente de gestão
de janelas) a
ser instalado pode ser aquele mais
adequado às caracteristicas do computador
(disco/memória/processador).
Existem vários gestores de janelas em Linux. Optar por um
é o resultado de vários factores :
computador/gosto
pessoal/desempenho pretendido, etc.
Página Ubuntu sobre o assunto :
https://help.ubuntu.com/community/Installation/LowMemorySystems
€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€
Passos básicos para
instalar sistema :
-Base system (6.06 LTS)
-Graphical Environment (x-window-system-core)
-Window manager (icewm - theme blue art - , fluxbox, enlightment,
fvwm-crystal , xfce)
- editar /home/???/.xinitrc : sudo vi /home/???/.xinitrc e colocar o
ambiente gráfico que deve arrancar por defeito
-Login managers (gdm, kdm, xdm)
-Browsers(firefox, dillo, idesk)
-File managers(thunar, xfce, nautilus)
-webmin (Apache, Samba, SSH, etc) - Remote : gnome-rdp (SSH)
Xserver
:
1) Edit on the remote computer: /etc/ssh/sshd_server and change
X11Forwarding to yes
2) restart the ssh service on that computer
ou
shh -X 201.100.88.84 - Nenhuma solução funcionou
no PC testado.
http://mirror.ubuntulinux.nl/dists/dapper-seveas/ +++++
tentar o freenx ++++ APARENTEMENTE O X NÃO FUNCIONA
COM ESTA CONFIGURAÇÃO
OBS. : Os componentes instalados influenciam o desempenho da
máquina
webmin : https://xxx.xxx.xxx.xxx:10000/
instalado Ubuntu server 6.06 LTS, Samba (UbSamba) partilhado
(configurado)
Apache configuração básica e ficheiros
em /var/www responde na rede por http://xxx.xxx.xxx.xxx
SSH : acesso via Linux, configurado
How to install Ubuntu on low memory systems
(Pentium III and earlier machines, with 32-192 MB RAM).
Memory
Requirements
Installing Ubuntu on any system requires at least 32Mb of
memory:
The text-based installer included with the alternate (install) CDs
needs that much space to run reliably. Smaller memory configurations
run into problems, and while not impossible, it can be very difficult
to complete an installation with less than the minimum RAM requirement.
Depending on the hardware requirements, you can expect a
sparse
Ubuntu system to boot to a graphical desktop on anywhere from 19Mb to
54Mb. That requirement will fluctuate with the system demands, and
increase while the system is active. Swap space is crucial to
low-memory machines, so don't be stingy when setting up your system.
Processor
Specifications
There is no practical speed requirement, although a slower
processor
will take more time to finish installing. Some Pentium machines will
take hours to complete, simply because the CPU takes longer to finish.
As a general benchmark, a 75Mhz machine finishes a command-line
installation of Ubuntu 7.04 in about four hours, and a 120Mhz machine
finishes in perhaps an hour less than that. 200Mhz and faster machines
will see a still stronger improvement.
If you do decide to install Ubuntu on a legacy machine, be
patient.
There will come times when you think the machine has stopped or is
hung, when in fact it's still moving, albeit at a very slow rate.
Disk
Space Requirements
Disk space on an absolutely minimal installation can be
reduced to
as little as 500Mb. A fresh and clean server installation of Ubuntu
7.04 generally takes only 300Mb, although there will be minor
variations on account of hardware differences.
Other
Hardware Considerations
These instructions assume you will have a working Internet
connection and access to the
universe and multiverse repositories. Configuring your
hardware is not included on this page.
Install
an Ubuntu Server
The server version of Ubuntu is a sparse command-line system,
without any graphical elements. It's a text-only version of what lies
underneath all the advanced graphical elements. It's also the starting
point for a minimal installation.
Ubuntu
6.06
To install a base system, boot from the alternate (install) CD
and choose "Install a server."
Follow the prompts to complete installation.
Ubuntu
6.10, 7.04, or 7.10
To install a base system, boot from the alternate (install) CD
and choose "Install a command-line system."
Follow the prompts to complete installation.
Adding
Repositories
Edit
Sources
Once the server install is complete, you will probably want to
edit your sources.list
file.
sudo nano /etc/apt/sources.list
Uncomment all official repositories by removing # at the
beginning
of the line. Do not uncomment the narrative portions of that file; in
other words, where you see a double hash mark (##) leave those lines
alone.
Update
and Upgrade Your System
Now you should update your system. Return to the command line
and type:
sudo aptitude update
It's probably also a good idea to upgrade your system at this
point. Use this command to upgrade your system:
sudo aptitude upgrade
(or, for Gutsy: sudo aptitude safe-upgrade)
Now you should be ready to install a window manager and some
programs.
Preparing
for Graphical Environment
The absolute minimum for any graphical environment is X.org
Installing
X.org
On Ubuntu Edgy (6.10), Feisty (7.04), and Gutsy (7.10), use
the command:
sudo aptitude install xorg
On Ubuntu Dapper (6.06), use the command:
sudo aptitude install x-window-system-core
Starting
X.org
This package gives you the framework for an X session,
complete with a variety of drivers and configuration files. Installing xorg
(or x-window-system-core)
also triggers the self-configuration sequence, so when it finishes,
your hardware should be ready to use, barring any errors or
incompatibilities.
It's important to note that installing xorg
or x-window-system-core really doesn't leave you
with much. You can start X at this point with this command:
startx
but without a window manager and some software, you probably
won't get much done.
Adding
a Window Manager
A window manager controls the placement and appearance of
windows within a graphical user interface.
There are many lightweight window managers that will give you
better
access to your system through the X layer. Each one has its own way of
managing the desktop, and its own way of configuring themes and menus.
Openbox
Openbox
is
one of the lightest, fastest window managers available, but can take
some time to configure and set up. It has its origins in Blackbox, but
newer versions are complete rewrites of the Blackbox code.
Install Openbox with this command:
sudo aptitude install openbox obconf openbox-themes
These packages and their dependencies will allow you to build
and
configure an Openbox system, along with a choice of themes and some
configuration options.
Note: Edgy (Ubuntu 6.10) users
should note a small discrepancy in obconf that
might prevent it from running. You can correct that with these commands
...
cd /usr/lib
sudo ln libobparser.so.0.4.0 libobparser.so.1
sudo ln libobrender.so.0.4.0 libobrender.so.1
sudo ldconfig -X
Entering obconf in an X terminal window
should now trigger the obconf dialogue.
IceWM
IceWM
has a
very strong following as a good, clean, fast window manager that
resembles a conventional "desktop" in many ways. Among many of its
perks are themes that resemble the Windows XP desktop theme -- which
may be appealing to you.
Install IceWM with this command:
sudo aptitude install icewm iceconf icepref iceme icewm-themes
When finished, you will have a number of configuration and
menu options. You can start IceWM with the startx
command.
Fluxbox
Fluxbox
is a
beautiful, highly configurable desktop system that is easy on system
resources without compromising on graphical appeal. Fluxbox is the
default window manager for a number of Linux distributions, probably
most notable among them being
Damn Small
Linux.
Install Fluxbox with this command:
sudo aptitude install fluxbox fluxconf
Once installed, you can start Fluxbox with the startfluxbox
command. Remember, if you enjoy working with Fluxbox, you should
consider
Fluxbuntu
as an option.
FVWM-Crystal
FVWM-Crystal
is a complete set of configuration scripts which sit atop of FVWM.
FVWM-Crystal has support for integrated access to music players,
terminal emulators and system monitors. It boasts some of the finest
eye candy available to low-end machines, and is a snap to install.
For more information about building an FVWM-Crystal desktop,
check out the FVWM-Crystal
page.
XFCE
XFCE is heavier than any of the systems mentioned so far, but
has
some added functions as a result. You can try XFCE alone if you like,
but if you're keen on an XFCE installation, look into
Xubuntu
as an option.
Install XFCE alone, without Xubuntu, with this command:
sudo aptitude install xfce4
It's worth noting that some Edgy users have difficulty
starting XFCE
from a minimal install. The normal start command for XFCE -- startxfce4
-- doesn't seem to be properly configured in Edgy.
If you want the entire Xubuntu package, which includes a full
suite of software and a lot of improvements, try this command:
sudo aptitude install xubuntu-desktop
That will download quite a large amount of packages; you may
want to consider installing Xubuntu fresh, from the
installation ISO.
Note: Xubuntu will use more system resources and may not be
optimal
for a low memory system with limited disk space, but it is lighter than
a standard Ubuntu system.
Adding
Functionality
Now that the graphical window manager is set up, it's time to
add
some necessary and recommended packages. These will add additional
functionality and make using the system easier. Additionally, adding a
graphical package manager will provide an easy method to manage
installed applications and packages.
Login
managers
Login managers will assist in choosing a graphical environment
and
will not require the user to start x.org to get into the window
manager.
It's important to note that it's not necessary to use a login
manager. If you're willing to log in at the command line and start X
manually, you can save yourself a lot of system resources -- and the
time it takes to load them. That can be a more appealing option on
older machines.
GDM
GDM is the Ubuntu default for a login manager. However, GDM
has a
reputation of being a heavyweight, and on a system that needs as little
bulk as possible, you might find it to be a burden. If you've got a
decent system, install it using:
sudo aptitude install gdm
KDM
KDM is another manager, but has the same heavy reputation as
GDM.
sudo aptitude install kdm
XDM
XDM is the login manager for straight X, and while less
beautiful
than GDM or KDM, it can perform in the same role without fuss.
sudo aptitude install xdm
Browsers
Now that your system is up and running, it would be a good
idea to
add an internet browser to surf the web and get some use out of the
machine!
Firefox
Web browsers come in many flavors, and the most prevalent --
Firefox
-- can be laggy on low-memory or slow systems. Even the GNU version of
Firefox,
Iceweasel
can be a bit heavy on older machines. If you've got at least 128 mb of
memory, Firefox should work just fine.
sudo aptitude install firefox
Dillo
While not nearly as full-featured as Firefox, Dillo has the
advantages of a very small footprint and few resource requirements.
sudo aptitude install dillo
iDesk
Many lightweight desktop systems use
iDesk
as a way of including customized, clickable icons directly on the
desktop. iDesk is maintained in the Ubuntu repositories, and is
installable from the command line with:
sudo aptitude install idesk
Consult the
iDesk wiki
for instructions on how to configure and use iDesk. For icon sets, you
may wish to search the repositories, or download them from third-party
customization sites, such as
Gnome-Look.org and similar locations.
File
managers
Lightweight systems have a number of options available for
graphical
file management. Thunar is the default file manager in Xubuntu and many
XFCE-based systems; it is installable alone with this command:
sudo aptitude install thunar
XFE is an even lighter file manager, intended to mimic the
Windows
Explorer interface. It has very few dependencies and is very fast.
sudo aptitude install xfe
ROX-Filer is another file management program, which makes
extensive
use of drag-and-drop principles. It does appear to have a large number
of dependencies however, which means installing it may entail more
external packages than you wish. Install ROX-Filer with this command:
sudo aptitude install rox-filer
Nautilus is the default file manager for Ubuntu. It requires
some
more resources, but it has a lot of useful features. It can manage your
desktop, show a wallpaper and desktop icons, which are automatically
created for new devices (e.g. USB flash drives). Install Nautilus using
this command:
sudo apt-get install nautilus
To use it together with a window manager, execute the
following
command or add it to your autostart script. For example, use
$HOME/.icewm/startup for IceWM.
nautilus --no-default-window &
Some other popular file managers include
There are many others. Some are available through the
repositories;
others will require you to download and install them through another
source. Experiment with different file managers to see which ones
appeal to you.
Package
manager
Add a graphical package manager to install, remove and upgrade
software packages and to add repositories without using the command
line. Synaptic package manager is the standard and can be installed
with this command:
sudo aptitude install synaptic
You can use the package manager to add a word processor, such
as Abiword, and other productivity software.
Install
an entire lightweight system
Building on the ideas above, here are some complete graphical
systems, installable through a single command line. Feel free to mix
and match between these options.
Remember: If you are using Dapper or earlier,
replace "xorg" with "x-window-system-core"
sudo aptitude install gdm xorg xterm icewm menu mozilla-firefox abiword synaptic
sudo aptitude install kdm xorg xfce4 firefox synaptic
sudo aptitude install fluxbox xorg xdm dillo
sudo aptitude install openbox obconf openbox-themes xfe xfce4-terminal tango-icon-theme-extras xorg
Remember to check the repositories for more ideas on software
and applications!
Low
Configuration Option
For a minimalistic system that does not require as much
configuration, you can install the alternate window managers after
installing a full K/X/Ubuntu system, thus preinstalling much of the
required software but keeping the speed. However, installing a full
system does require more system resources.
avifile-player - low resources video player
External
Links
-
FluxBuntu:
An Ubuntu variant with Fluxbox as the default window manager. An
excellent place to start for a Fluxbox-based system.
-
UbuntuLite:
An early project to build a stripped-down version of Ubuntu aimed at
low-end machines. The project also seems to have stalled.
-
Cubuntu
is not a graphical system; Cubuntu is a full-featured command
line
system, suitable for computers that can't handle any of the above
options -- such as early Pentium or perhaps even 486-grade machines
with as little as 16Mb RAM. And don't be skeptical: Even without a
graphic environment, a computer can perform a lot more tasks than you
would expect.
-
Enlightenment
is another window manager, but it is still in development and requires
additional steps to install. However, it is very lightweight and
functional.
-
gOS
is an operating system based on Ubuntu, uses a customized version of
Enlightenment as its window manager, and is able to run on some older
systems.
CategoryDocumentation
last edited 2007-11-15 22:33:32 by Xjbri
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
http://www.guiadohardware.net/analises/
Suporte no Linux
Carlos E. Morimoto
25/08/2006
Como funciona o suporte a hardware no Linux
Já
que o principal objetivo desta análise é falar
sobre o suporte no
Linux, vamos começar com uma pequena
introdução sobre o assunto. As
distribuições estão cada vez mais
automatizadas, de forma que, na
maioria dos casos, todos os componentes compatíveis
são detectados
durante a instalação e tudo funciona sem a sua
intervenção. Mas, de
qualquer forma, é interessante entender como as coisas
funcionam por
baixo dos panos, pois este é o primeiro passo para aprender
a
solucionar problemas.
O suporte a dispositivos
no Linux
é feito através de "módulos"
incluídos no
Kernel, arquivos que ficam dentro da pasta "/lib/modules/versão_do_kernel_usada/".
Estes módulos são a coisa mais parecida com um
"driver" dentro da
concepção que temos no Windows. Para ativar
suporte a um certo
dispositivo, você precisa apenas carregar o módulo
referente a ele.
Veja que os
módulos ficam organizados em pastas: a pasta "kernel/drivers/net/"
contém drivers para placas de rede, a pasta "kernel/drivers/usb/"
agrupa os que dão suporte dispositivos USB e assim por
diante.
Até o Kernel
2.4, os módulos de Kernel utilizavam a extensão ".o",
que é uma extensão genérica para
objetos em C. A
partir do Kernel 2.6, passou a ser usada a extensão ".ko" (kernel
object), que é mais específica.
Quase sempre, os
módulos possuem nomes que dão uma
idéia do dispositivo a que oferecem suporte. O "8139too.ko"
dá suporte às placas de rede com o chipset
Realtek 8139, o "sis900.ko"
dá suporte às placas SiS 900, enquanto o "e100.ko" ativa as
placas Intel E100.
Os módulos
podem ser carregados e descarregados a qualquer momento usando os
comandos "modprobe"
e "modprobe -r";
não apenas na inicialização do
sistema.
Existe também o
comando "insmod",
mais antigo, que também permite carregar módulos.
A diferença entre o "insmod"
e o "modprobe"
é que o modprobe carrega apenas módulos
já instalados, junto com todas
as dependências, ou seja, outros módulos de que o
primeiro precise para
funcionar. Se você tentar carregar o módulo "usb-storage" (que
dá suporte a pendrives e HDs USB), vai perceber que
serão carregados também os módulos "usbcore" e "ehci-hcd".
O
"insmod" é muito menos inteligente, carrega apenas o
módulo solicitado,
retornando um erro caso ele precise de outros. A única
vantagem é que
ele permite carregar módulos a partir de qualquer pasta,
permitindo que
você teste um módulo que acabou de compilar, ou
que gravou num
pendrive, por exemplo. Algumas distribuições
oferecem uma opção de
carregar módulos adicionais durante a
instalação, justamente pensando
nos raros casos onde você precisa de um determinado
módulo para ativar
a placa SCSI onde está instalado o HD para poder prosseguir
com a
instalação, por exemplo.
Os
módulos são gerados durante a
compilação do Kernel. Você
não precisa se
preocupar com isso se não quiser, pois as
distribuições quase sempre
incluem versões bem completas do Kernel por
padrão. Mas, de qualquer
forma, existe sempre a possibilidade de recompilar o Kernel, mexendo
nas opções e ativando ou desativando os
módulos que quiser.
Você
pode incluir módulos para todo tipo de dispositivos, de
marcas e
modelos diferentes. Eles não atrapalham em nada, pois apenas
alguns
deles (os que você estiver usando no momento)
ficarão carregados na
memória. Estes módulos geralmente são
pequenos; um conjunto completo
com os módulos para todo tipo de dispositivos (que totalizam
mais de
mil arquivos no Kernel 2.6), normalmente ocupa de 40 a 50 MB no HD.
Podemos dividir os drivers
de dispositivo para o Linux em dois grupos. O primeiro é o
dos drivers de código
aberto,
que podem tanto ser desenvolvidos pelos próprios fabricantes
quanto por
voluntários em cantos remotos do mundo. Desenvolver drivers
usando
engenharia reversa sem ajuda dos fabricantes parece ser um passatempo
bastante popular :-).
Estes drivers
open-source são incluídos diretamente no Kernel,
o que faz com que
sejam incluídos diretamente nas
distribuições e você não
precise se
preocupar muito com eles.
A segunda categoria
é a dos drivers
proprietários,
de código fechado, que são desenvolvidos pelos
próprios fabricantes. Em
alguns casos os drivers são de livre
distribuição e também podem ser
incluídos diretamente nas
distribuições. Em outros, você mesmo
precisará baixar e instalar o driver. É aqui que
entram os drivers para
softmodems, para muitas placas wireless e também os drivers
para placas
3D da nVidia e da ATI.
No caso do
NX6310 e outro modelos similares, não precisaremos de nenhum
driver
proprietário adicional, o que é uma boa
notícia, pois você não
precisará se preocupar em compilar nada manualmente. A placa
wireless é
um "meio termo", pois precisaremos do driver Windows,
disponível no
site da HP para ativá-la. Vamos então
à análise:
Processador
Os
processadores dual core ainda são uma relativa novidade no
mercado
doméstico. Depois de mais de 3 décadas (o Intel
4004 foi lançado em
1971) de miniaturização e sucessivos aumentos na
freqüência de clock
dos processadores, tanto a Intel quanto a AMD mudaram o foco e passaram
a trabalhar em formas de aumentar o volume de
informações processadas
por ciclo de clock, aproveitando a evolução nos
processos de fabricação
para fabricar processadores com mais transistores (o que ainda
é
relativamente simples de fazer) ao invés de processadores
com um maior
clock (o que se tornou cada vez mais difícil, como mostrou o
fiasco do
Pentium 4).
Uma das formas encontradas foi
passar a fabricar processadores dual-core, onde dois processadores
compartilham o mesmo waffer de silício e o mesmo
encapsulamento. Montar
uma máquina com um processador dual-core é muito
mais barato que montar
uma com dois processadores e o poder de processamento é o
mesmo.
O Core
Duo T2300
usado no NX6310 opera a 1.66 GHz e possui 2 MB de cache L2. O cache
é
compartilhado entre os dois cores, o que faz com que o aproveitamento
seja melhor, já que a distribuição
é feita dinamicamente, de acordo com
a carga de processamento de cada um. O T2300 inclui também
suporte a
instruções de 64 bits e ao Intel VT, o sistema de
virtualização via
hardware, que pode vir a ser usado para melhorar o desempenho das
futuras versões do VMware e Xen. Ele é baseado no
core Conroe,
produzido numa técnica de 0.065 micron. Leia a minha
análise sobre a
plataforma no: http://www.guiadohardware.net/analises/49/
Ativar
o suporte ao segundo processador no Linux é simples:
é necessário
apenas usar uma imagem de Kernel compilada com suporte a SMP. Na
maioria das distribuições, o SMP não
vem habilitado por padrão, pois
isso causa problemas diversos com muitas placas antigas, sobretudo as
PC-Chips com chipset SiS, de forma que você precisa instalar
manualmente.
No caso do Kurumin 6.1, use meu script "install-kernel-smp",
através da opção "Suporte a Hardware
> Instalar Kernel com suporte a
SMP (e dual-core)". O script faz o download e a
instalação
automaticamente, e no final pede para reiniciar o micro:
No caso do Ubuntu, você deve
instalar o Kernel
para processadores 686, via apt-get. O primeiro passo é
abrir o
arquivo "/etc/apt/sources.list"
e descomentar a linha referente ao repositório "Universe":
# sudo
gedit /etc/apt/sources.list
Rode o comando "apt-get update" para
atualizar a lista e rode o comando "uname -a"
para checar qual versão do Kernel está instalada.
O Ubuntu 6.6, por
exemplo, vem com o Kernel 2.6.15-23. Para instalar a versão
686 do
mesmo Kernel, você usa o comando:
# sudo
apt-get install linux-image-2.6.15-23-686
Use
a tecla TAB para ver outras opções
disponíveis. Você pode instalar uma
versão mais recente do Kernel se preferir. Ao instalar o
pacote, será
criada a entrada no menu de boot do grub automaticamente.
Você precisa
apenas reiniciar o micro.
Você pode verificar se o
segundo core está ativado usando o comando "cat
/proc/cpuinfo". Com os dois cores ativados, o arquivo
conterá duas entradas, uma para o processador 0, outra para
o processador 1:
Outro
recurso interessante dos processadores baseados na plataforma Core
é o
sistema de gerenciamento de energia. Uma das grandes
diferenças entre
os notebooks baseados em processadores Pentium-M, Core Solo ou Core
Duo, em relação aos com o Celeron-M é
justamente o fato do Celeron-M
não suportar o SpeedStep.
Mesmo que a bateria e os
demais componentes dos notebooks sejam iguais, o note com o Celeron
esquenta bem mais e tem uma autonomia de bateria reduzida.
Claro,
não adiantaria nada gastar mais caro para ter um Core Duo,
se você não
fosse aproveitar os recursos oferecidos pelo processador.
O
primeiro passo é ativar o gerenciamento de energia. No
Kurumin 6.1 e no
Ubuntu 6.6 o SpeedStep é ativado automaticamente durante o
boot, mas
aqui vai o caminho das pedras para ativá-lo manualmente em
outras
distribuições:
O primeiro passo é instalar
o pacote "powernowd". Nas
distribuições derivadas do Debian, instale-o via
apt-get, como em:
# apt-get
install powernowd
No
Ubuntu e Kubuntu o comando é o mesmo, você deve
apenas ter o cuidado de
descomentar a linha referente ao repositório "Universe"
dentro do
arquivo "/etc/apt/sources.list".
No Mandriva, instale-o usando o comando
"urpmi powernowd".
No Fedora e outras distribuições você
pode instalar
a partir do pacote com os fontes, disponível no: http://www.deater.net/john/powernowd.html.
Com o powernowd instalado, adicione as
linhas abaixo no final do arquivo "/etc/modules",
para que os módulos necessários sejam carregados
durante o boot:
acpi
freq_table
speedstep-centrino
cpufreq_ondemand
cpufreq_performance
cpufreq_powersave
Os
três módulos do cpufreq que carregamos, permitem
que você escolha o
perfil de gerenciamento a utilizar, alternando entre eles conforme
desejado.
Se você usa o KDE, clique com
o botão
direito sobre o ícone da bateria ao lado do
relógio e
acesse a opção "Configurar Klaptop":
Dentro
da janela, acesse a aba "Configurar ACPI" (a última) e
clique no botão
"Definir Aplicação Auxiliar". Forneça
a senha de root, e, de volta à
janela principal, marque todas as opções e clique
no "Aplicar":
Feito
isso, reinicie o micro e o SpeedStep estará ativado.
Você pode checar a
freqüência real de operação do
processador a qualquer momento usando o
comando "cpufreq-info", como neste
screenshot:

O
Cure Duo T2300 pode oscilar entre 1.0 GHz e 1.66 GHz. A
diferença pode
parecer pequena, mas operando a 1.0 GHz a tensão de
operação também é
reduzida, fazendo com que o processador consuma menos da metade que na
freqüência máxima. O fato da
freqüência de operação do
processador
nunca cair abaixo de 1.0 GHz, e o chaveamento entre as
freqüências ser
muito rápido, faz com que seja realmente difícil
de perceber qualquer
diferença de desempenho com o gerenciamento ativado ou
desativado.
Para
alternar entre os perfis de performance, clique com o botão
direito
sobre o ícone da bateria e clique na
opção desejada dentro do menu
"Perfil de Performance. No modo "powersave"
o processador prioriza a autonomia da bateria, demorando mais tempo
para subir a freqüência de
operação, enquanto
o modo "performance" é o oposto:
Uma
observação é que no meu caso o cpufreq
setou incorretamente a
freqüência máxima de
operação do processador para 1.33 GHz, ao
invés de
1.66 GHz, fazendo com que ele sempre operasse a uma
freqüência um pouco
abaixo do máximo. Para corrigir o problema manualmente, usei
o comando:
#
cpufreq-set --max 1670000
O número indica a freqüência
máxima do processador (em khz, por isso o monte de zeros).
Placa de som e rede
Este note usa a placa de
som integrada ao chipset, uma "Intel
Corporation 82801G (ICH7 Family) High Definition Audio Controller",
como nos informa o comando lspci :).
Ela é detectada
corretamente
tanto no Kurumin 6.1, quanto no Ubuntu 6.6, dispensando qualquer
configuração manual.
Em caso de problemas,
você pode reconfigurar a placa usando o comando "alsaconf".
Ao usá-lo, lembre-se sempre de ajustar o volume usando o
aumix,
alsamixer, kmix ou outro programa de ajuste de som, pois ele deixa a
placa de som muda, para evitar sustos :). Basta abrir uma janela de
terminal e executar o comando como root. Toda a
detecção é feita
automaticamente:
Esta
página reporta um problema com o som, que saia apenas
através do
conector para os fones, e não através dos
speakers. Este problema teria
sido resolvido a partir do alsa 1.0.11 (de forma que afeta apenas
distribuições antigas), mas de qualquer forma,
não encontrei este
problema nos meus testes: http://www.linlap.com/tiki-index.php?page=Hewlett-Packard+nx6320.
Esta
placa de som funciona melhor usando os drivers de som alsa, o conjunto
de drivers de som padrão do Kernel 2.6, que são
usados em praticamente
todas as distribuições atuais. O alsa inclui
drivers para um grande
número de placas. O que ativa a do NX6310 é o
módulo "snd-hda-intel",
que é um relativo novato.
A placa de rede funciona
através do módulo "b44",
e também funciona sem problemas. O único
porém
é que esta ainda é uma placa de 100 megabits.
Como
de praxe, é importante usar uma
distribuição recente, com um conjunto
de drivers atuais para que tudo funcione como deveria. Uma
distribuição
antiga ainda não teria os drivers de som e o
módulo que ativa o suporte
3D para a placa de vídeo, por exemplo. O mínimo
recomendável para o HP
NX6310 é uma distribuição com o Kernel
2.6.15 ou mais atual.
Video
Hoje
em dia, tanto a nVidia quanto a ATI oferecem
opções de chipsets com
vídeo integrado e chipsets 3D dedicados para notebooks. As
soluções
mobile da nVidia e ATI oferecem um desempenho muito melhor, mas em
compensação encarecem o projeto e aumentam o
consumo e aquecimento do
note.
O NX6310 utiliza o
vídeo onboard do chipset ICH7,
um "Intel Mobile 945GM/GMS/940GML", que utiliza memória
compartilhada.
Esta solução da Intel possui um desempenho bem
modesto se comparado com
qualquer placa 3D atual, mas oferece como vantagem o baixo consumo
elétrico e o baixo custo.
A boa
notícia é que este chipset possui um bom suporte
no Linux, contando
inclusive com um driver 3D open-source, incluído no X.org.
Usando
o Ubuntu, ou o Kurumin 6.1 beta3 em diante, o vídeo
é detectado
corretamente e com a aceleração 3D habilitada.
Aqui estou jogando o bom
e velho Quake 3. Meio fora de moda, mas ainda divertido :P.
Em
caso de problemas com a detecção do
vídeo em outras distribuições,
verifique em primeiro lugar, qual driver de vídeo
está sendo usado.
Muitas distribuições detectam o vídeo
incorretamente, utilizando o
driver "vesa", que não oferece nenhum tipo de
aceleração ou suporte 3D.
Mas, a
solução nestes casos é
simples. Independente da ferramenta de
configuração disponível,
você
pode alterar o driver usado diretamente no arquivo "/etc/X11/xorg.conf".
Procure pela linha:
Driver
"vesa"
E substitua por:
Driver
"i810"
Para que a
alteração entre em vigor, reinicie o X
pressionando "Ctrl + Alt
+ Backspace".
Um segundo
possível problema é que o pacote "libgl1-mesa-dri"
disponível no Debian Etch, ainda não inclui o
patch que ativa o suporte
3D para a placa. Este problema afeta várias
distribuições derivadas
dele. Se atualizar o pacote através do apt-get
não resolver, você pode
instalar manualmente o arquivo com o patch aplicado. Este arquivo deve
funcionar em qualquer distribuição baseada no
X.org 6.9 ou 7.0:
http://www.guiadohardware.net/kurumin/download/i915_dri.so
Para usá-lo,
copie-o (como root) para dentro da pasta "/usr/lib/dri/",
substituindo o arquivo original. Reinicie o X e teste rodando algum
game ou aplicativo 3D. É interessante fazer um backup do
arquivo
original, para qualquer eventualidade.
Placa Wireless
O
NX6310 não é um notebook Centrino, pois apesar de
usar um processador e
chipset Intel, ele vem equipado com uma placa wireless "Broadcom
Corporation Dell Wireless 1390 WLAN Mini-PCI Card", um modelo
até que
bastante comum em notebooks atualmente.
Existem duas
opções para a
configuração desta placa no Linux. A primeira
é
usar o módulo "bcm43xx",
que é o driver open-source, desenvolvido via engenharia
reversa. Ele
pode ser encontrado nas distribuições com Kernel
2.6.17 em diante, e
também no Ubuntu 6.6, que apesar de usar um Kernel um pouco
mais
antigo, vem com o patch instalado.
O problema é
que este driver ainda está bem incompleto, e por isso
não suporta WPA e
outros recursos, além de precisar que o firmware da placa
(um
componente do driver Windows) seja instalado manualmente. Veja mais
detalhes sobre como configurar o driver bcm43xx mais adiante.
A
segunda opção é usar o Ndiswrapper,
para carregar o driver Windows. Até
o momento ele é a melhor opção, pois
permite utilizar todos os recursos
da placa.
No caso do Ubuntu, é
necessário abrir o arquivo "/etc/modprobe.d/blacklist"
e adicionar a linha "blacklist
bcm43xx" no final do arquivo, para que o driver bcm43xx
deixe de ser usado, dando espaço para o Ndiswrapper.
Configurar o Ndiswrapper no Kurumin
é bastante simples, pois você pode utilizar o
script "ndiswrapper-kurumin",
disponível através do "Conectar na Internet ou
configurar a rede > Wireless > Ndiswrapper":
Para
usar o Ndiswrapper, você precisa ter em mãos os
drivers para Windows XP
da placa. No caso do HP NX6310 e 6320, você pode baixar a
versão que
testei no:
ftp://ftp.compaq.com/pub/softpaq/sp32001-32500/sp32158.exe
Este
é um arquivo auto-instalável, por isso o ".exe".
Para poder usá-lo no
Linux, precisaremos primeiro descompactar o arquivo usando o comando "cabextract", como em:
$
cabextract sp32158.exe
Se o comando não estiver
disponível, instale o pacote "cabextract"
usando o apt-get, urpmi ou yum (no Fedora) e tente novamente.
Quando o script pedir o arquivo .inf do
driver, indique o arquivo "bcmwl5.inf",
dentro da pasta onde ele foi descompactado:
Mais
adiante o script pergunta sobre o sistema de
encriptação usado na rede.
Veja que está disponível a
opção de conectar a uma rede com
encriptação
WPA:
Depois
de fornecer a configuração da rede,
você tem a opção de salvar a
configuração, para que ela seja restabelecida
automaticamente durante o
boot.
O maior problema em utilizar o
ndiswrapper é que o driver trava caso a placa wireless seja
colocada em
modo de economia de energia, o que acontece automaticamente depois de
algum tempo de inatividade. Quando isso acontece, o driver fica travado
e a placa não transmite mais dados até que
você reinicie o micro. Não
adianta nem tentar desativar e reativar o ndiswrapper.
Apesar
disso, existe uma solução muito simples para o
problema: basta impedir
que a placa entre em modo de economia de energia, mantendo a
conexão
sempre ativa. A forma mais simples de fazer isso é usar o
comando "ping" para enviar pacotes para um
endereço qualquer a cada 15 segundos. Abra um terminal e
rode o comando:
$
ping -i 15 google.com
(o google.com pode ser substituído por outro
endereço qualquer)
Para
que ele seja executado automaticamente durante o boot, resolvendo o
problema definitivamente, use os dois comandos abaixo, que criam um
script dentro da pasta /etc/rc5.d:
# echo
'ping -i 15 google.com &' > /etc/rc5.d/S99ping
# chmod +x /etc/rc5.d/S99ping
Mantendo
o ping ativo, a conexão se torna bastante
estável, mesmo ao conectar em
redes com encriptação WPA. Você pode
deixar o note ligado durante
vários dias (ele chegou a ficar ligado durante 4 dias
consecutivos
durante meus testes), mesmo sem usar a rede e a conexão se
mantém
aberta, pronta para usar.
O único inconveniente
é
que manter a placa ativa o tempo todo causa um pequeno aumento no
consumo, reduzindo a autonomia das baterias em cerca de 10 minutos.
No Ubuntu, a melhor
opção de interface
gráfica de configuração é o
"ndisgtk", que
você pode instalar via apt-get:
$ sudo
apt-get install ndisgtk
Depois de instalado, será
incluído o ícone "Windows Wireless
Drivers" no menu "Sistema >
Administração". Ele é bem simples de
usar: clique no "install new driver",
indique o driver Windows que será carregado. Clicando no
"Configure
Network" você abre o network-admin, onde pode configurar os
parâmetros
da rede:
A
maior dificuldade é que no Ubuntu não
está disponível nenhum script
para conectar a uma rede WPA, de forma que você precisa
instalar o wpa_supplicant e fazer a
configuração manualmente, como explico aqui: http://www.guiadohardware.net/guias/11/index4.php
Como disse, existe também a opção de
usar o módulo "bcm43xx",
que é o driver nativo, ao invés do Ndiswrapper. O
procedimento de
configuração ainda é bastante manual,
se você é iniciante, ou não quer
ter muito trabalho, recomendo que continue com o Ndiswrapper.
Para
funcionar, ele precisa do firmware da placa, um componente do driver do
Windows, de forma que você vai precisar baixar o arquivo "ftp://ftp.compaq.com/pub/softpaq/sp32001-32500/sp32158.exe"
e extraí-lo usando o comando cabextract,
da mesma forma que ao usar o Ndiswrapper.
O próximo passo é
instalar o programa "fwcutter", que usamos
para extrair os arquivos do firmware. Ele está
disponível aqui: http://bcm43xx.berlios.de/.
Para instalá-lo, descompacte o arquivo e execute os comandos
"make" e
"make install", como root. Você precisa ter instalado o
pacote
"build-essential", que contém os compiladores
necessários.
Com tudo em ordem, acesse a pasta onde
foi extraído o driver Windows e execute o comando:
$
bcm43xx-fwcutter bcmwl5.sys
Isto vai gerar um conjunto de arquivos ".fw".
Para concluir a instalação, copie os arquivos
para dentro da pasta "/lib/firmware/$versao_do_kernel",
no caso do Ubuntu (como em "cp *.fw /lib/firmware/2.6.15-23-386/"), ou
simplesmente "/lib/firmware" no caso do Kurumin.
Concluindo, recarregue o
módulo, usando os comandos abaixo, ou reinicie o micro:
# modprobe -r bcm43xx
# modprobe bcm43xx
Modem
O
modem é único componente deste note que ainda
não funciona no Linux.
Como a maioria dos modems onboard, o chipset do modem é
integrado ao
chipset, compartilhando os circuitos da placa de som. Do ponto de vista
técnico, uma placa de som e um modem são,
até certo ponto parecidos,
pois ambos transformam sinais digitais em som.
Os
componentes analógicos do modem são instalados na
placa MDR (Mobile
Daughter Card, ou Modem Daughter Card), que tem uma
função muito
similar às plaquinhas AMR usadas em desktops, permitindo que
os
componentes analógicos (que precisam ser certificados pelos
órgãos de
telecomunicação de cada país) sejam
separados do restante da placa mãe,
facilitando (e até barateando) o projeto:
No caso do NX6310, o modem é
suportado pelo módulo "snd-hda-intel"
(o mesmo que dá suporte à placa de som). Ao
contrário da maioria dos
drivers de modem, como o Smartlink e os drivers para modems Intel, este
é um driver open-source, desenvolvido pela equipe do Alsa.
O
driver consegue ativar o modem, mas (pelo menos até o Kernel
2.6.17)
ainda existe uma incompatibilidade com a placa MDR. O modem
é ativado,
mas não consegue "escutar" a linha, de forma que ao tentar
discar você
recebe uma mensagem de "Sem portadora". Se você desmarcar a
opção "Esperar por tom de linha antes
de discar"
no Kppp, o modem chega a discar e você ouve a resposta do
servidor
remoto se ouvir por uma extensão do telefone. Mas, como o
modem não
consegue ouvir o sinal, o resultado é o mesmo:
Uma observação
é que o modem
usado no HP NX6110 (que é bem similar, porém
suportado
pelo módulo "snd-intel8x0m")
é perfeitamente compatível. Como estamos falando
de um driver
open-source, é provável que este problema seja
resolvido nas próximas
versões do alsa, eliminando esta última mancha no
curriculum do 6310.
Caso queira testar, os passos para
ativar o modem são os seguintes:
- Não
é preciso carregar o módulo que dá
suporte ao modem, pois estamos
falando do mesmo módulo que dá suporte
à placa de som. Desde que ela
esteja funcionando, significa que o modem também
está ativo.
- Ative o modem usando o comando abaixo, como root.
É necessário que o pacote "sl-modem-daemon"
esteja instalado:
# slmodemd --country=BRAZIL
--alsa hw:0
- Abra outro terminal e (como root), crie o link de acesso ao
modem:
# ln -sf /dev/ttySL0 /dev/modem
- Abra o KPPP, configure a conexão e tente discar.
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
French police deal blow to Microsoft
Jan
30, 2008
PARIS (AFP) — The French paramilitary police force
said Wednesday it
is ditching Microsoft for the free Linux operating system, becoming one
of the biggest administrations in the world to make the break.
The
move completes the gendarmerie's severance from Microsoft which began
in 2005 when it moved to open sourcing for office applications such as
word processing. It switched to open source Internet browsers in 2006.
Linux
is an open-source operating system, which used to be the reserve of
computer geeks but is now an easy-to-use system aimed at average users.
The gendarmerie's 70,000 desktops currently use Microsoft's
Windows XP operating system. But these will progressively change over
to the Linux system distributed by Ubuntu, explained Colonel Nicolas
Geraud, deputy director of the gendarmerie's IT department.
"We
will introduce Linux every time we have to replace a desktop computer,"
he said, "so this year we expect to change 5,000-8,000 to Ubuntu and
then 12,000-15,000 over the next four years so that every desktop uses
the Linux operating system by 2013-2014."
There are three reasons
behind the move, Geraud said at the Solution Linux 2008 conference
here. The first is to diversify suppliers and reduce the force's
reliance on one company, the second is to give the gendarmerie mastery
of the operating system and the third is cost, he said.
He also added that "the Linux interface is ahead of other
operating systems currently on the market for professional use."
Vista,
for example, Microsoft's latest operating system, is being spurned by
consumers who cite "concerns about its cost, resource requirements, and
incompatibility with their existing applications," according to
InformationWeek.com.
Geraud explained that the move to an open
source operating system was logical after the police switched in 2005
to open sourcing for its office applications and in 2006 for its
Internet browsers and its email.
The move away from licenced
products is saving the gendarmerie about seven million euros (10.3
million dollars) a year for all its PCs.
"In 2004 we had to buy
13,000 licences for office suites for our PCs," he said, "but in the
three years since then we've only had to buy a total of 27 licences."
In
2005 the gendarmerie switched from Microsoft Office to OpenOffice -- a
collection of applications such as a word processor, spreadsheet, and
presentation programme similar to Microsoft Powerpoint, all of which
can be downloaded free.
A year later it abandoned Mircosoft's
Internet Explorer for the Mozilla Foundation's browser Firefox and its
email client Thunderbird.
"When we made that choice Firefox
represented about 3.0 percent of Internet browsers and it's about 20 to
25 percent now which confirms our choice," Geraud said.
The
gendarmerie with its 100,000 employees is the biggest administration to
shift to open sourcing for its operating system, but it is not the
first in France. That honour belongs to the National Assembly which
adopted Ubuntu for its 1,200 PCs in 2007.
Although the gendarmerie is ahead of the market the market is
catching up.
Dell,
for example, this week started offering Ubuntu Linux 7.10 on its XPS
1330 laptops in France, Germany, Spain and Britain, while US customers
will be able to order the machines within the next week or so,
according to the company's website.
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
<script type="text/javascript" src="http://crunchbang.net/advocacy/pt/ubuntu_199_164.js">
</script>
<noscript>
<a href="http://ubuntu.com/getubuntu" title="Comece Ubuntu!">
<img src="http://crunchbang.net/advocacy/pt/199_164_ubuntu.png" alt="Comece Ubuntu."></a>
</noscript>
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
http://blog.dahanne.net/2008/02/16/mounting-gmail-with-gmailfs-on-ubuntu-710-without-being-root/
Google is now offering more than 6 gigs of storage for every
gmail account!
Never dreamed(!) of using this space as a remote disk ? (for backing
up, sharing files between several computers, extending your dedicated
server disk space ?)
Well, let’s give it a try; first you need to install :
gmailfs python-fuse python-libgmail fuse-utils libfuse2 with a :
% sudo apt-get install gmailfs python-fuse python-libgmail
fuse-utils libfuse2 encfs
edit the configuration:
% sudo vim /etc/gmailfs/gmailfs.conf
edit this file precising your gmail account (I recommend you to
dedicate this gmail account only to gmailfs)
[account]
username = gmailusername
password = gmailpassword
….
[filesystem]
fsname = a_hard_to_guess_name
the fsname is a string that will appear in the subject of
every mail
gmailfs will send to your account, so if someone sends a message to
your gmail adress using this fsname string in the subject, he would
corrupt your filesystem !
copy this file to your home directory :
% cp /etc/gmailfs/gmailfs.conf ~/.gmailfs
one last thing, we have to create a mount point :
% mkdir ~/gmail
now , we’re ready to mount the filesystem!
Being root :
#mount
% sudo mount -t gmailfs /usr/share/gmailfs/gmailfs.py ~/gmail/
#unmount
% sudo umount ~/gmail
or you can mount it at start-up adding this to your /etc/fstab:
/usr/share/gmailfs/gmailfs.py /mnt/gmail
gmailfs
rw,noauto,username=gmailusername,password=gmailpassword,fsname=a_hard_to_guess_name
(if you have this error when mounting :
Ignored option :rw
HTTP Error 400: Bad Request
it means that your libgmail is outdated (in other words the
one in ubuntu repositories is outdated).
So you need to update it manually, using the python update system
(easy_update) :
#first install python-setuptools
sudo apt-get install python-setuptools
#then update libgmail
sudo easy_install –upgrade libgmail
at this time, libgmail 0.1.8 is the most recent.
you can now mount it as described before)
yeah but you will notice by doing that ONLY root will be able
to “cd” into that mount point!
So if you mount your user to access it, you will have to mount with
that user, not using mount, but using :
# Mount
$ /sbin/mount.gmailfs /usr/bin/gmailfs.py ~/gmail/
# Unmount
$ fusermount -u ~/gmail/
That way your user will be able to access the mount point !
Sources :
Ubuntu-fr
Documentation (french)
Howto
gmailfs on Gentoo Linux Wiki